sábado, 2 de novembro de 2013

Após fim de tremores, Defesa Civil do RN orienta moradores a ficar em casa


 

A Defesa Civil do Rio Grande do Norte orientou os moradores da cidade de Pedra Preta (101 km de Natal) a permanecer em casa, após o fim dos tremores de terra que atingiram a cidade na sexta-feira (1º).
O município foi atingido por uma série de tremores de baixa intensidade que assustaram a população. 
O mais forte chegou a 3,7 na escala Richter, segundo o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Josenildo Acioli.




De acordo com o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), ainda ontem foi sentido outro tremor na cidade.
Apesar disso, os moradores foram orientados pela Defesa Civil a permanecer em casa. 
Segundo Acioli, após vistoria e acompanhamento, os técnicos consideraram que não há risco para pedir o abandono dos locais.
Acioli diz ainda que há um plano de emergência feito em conjunto com Exército, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Samu e secretarias estaduais para atender à população caso um abalo mais grave atinja a cidade.
FALHA GEOLÓGICA
O professor e coordenador do laboratório da UFRN, Aderson Nascimento, explica que os abalos ocorrem porque há uma falha geológica na área de Pedra Preta que está se reativando. 
Segundo ele, não foi registrado nenhum tremor neste sábado (2).
Nascimento afirma que não se pode descartar a possibilidade de tremores mais fortes atingirem o local, pois a falha pode crescer ao longo do tempo. 
Ele explica que os movimentos estão sendo monitorados e a orientação para os moradores, por ora, é que tentem se proteger da queda de objetos, como telhas, no caso de novos abalos.
Segundo o governo estadual, um laudo está sendo feito por técnicos da Secretaria de Infraestrutura para subsidiar a prefeitura sobre a necessidade de reformas em casas que ficaram com rachaduras.

São Paulo joga pela última vez em casa no Brasileiro-2013


 
Campeonato Brasileiro
O São Paulo busca neste sábado, contra a Portuguesa, às 19h30, no adeus ao Morumbi neste Brasileiro, dar um enorme passo para escapar do risco de rebaixamento. 
O clube passou boa parte do campeonato fugindo das últimas quatro posições.
Ao ser questionado se uma vitória hoje acaba com o risco de rebaixamento, o técnico Muricy Ramalho ficou otimista. "Acredito que sim." O time tem 43 pontos, dez a mais que a Ponte, a 17ª colocada. Restam sete rodadas.
Na sequência, ao falar da sua renovação de contrato, que expira no final do ano, o técnico mostrou mais uma vez otimismo e já começa a tentar pensar no time para a próxima temporada.
"Está perto. A gente precisa começar a ver coisas, senão é difícil. Você sai muito atrás e o mercado está fervendo com relação a isso. 
O técnico que está no momento tem que começar a olhar com carinho o que vai acontecer em 2014", afirmou Muricy.
Neste sábado, Luis Fabiano foi vetado e ficará treinando no CT para o jogo de quarta contra o Atlético Nacional, na Colômbia, pelas quartas de final da Sul-Americana. 
Ademilson entrará em seu lugar.
No meio-campo, Ganso, que não atuou contra os colombiano por suspensão, volta no lugar de Jadson.
Danilo Verpa-27.ago.2013/Folhapress
O meia Ganso, que volta ao time do São Paulo contra a Portuguesa, treina no CT da Barra Funda
O meia Ganso, que volta ao time do São Paulo contra a Portuguesa, treina no CT da Barra Funda
Já a Portuguesa não terá o atacante Bergson, lesionado, mas contará com o meia Souza, que atuou no São Paulo de 2003 a 2008.
MORUMBI
O São Paulo se despede hoje do Morumbi devido a uma punição que levou por conta de parte de seus torcedores, que entraram em confusão com policiais no último jogo contra o Corinthians.
O clube foi punido com quatro partidas a mais de 100 km longe da cidade e já acertou que fará uma delas em Itu (a 101 km da capital).
Técnico e jogadores lamentaram, já que nos últimos oito confrontos, obteve cinco vitórias dois empates e só uma derrota em casa.

Filme tenta reabilitar jogadores derrotados na final da Copa de 50


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DE SÃO PAULO

Após o jogo, o ponta de lança Ademir chegou em casa, pegou o carro, dirigiu sem rumo até chegar a um hotel em Itacuruçá (RJ), onde quis ser esquecido. 
O lateral Bigode passou a ser apresentado invariavelmente como um dos que perderam a Copa de 1950. 
E o goleiro Barbosa entrou para o seleto rol daqueles que fariam o Maracanã se calar.
Essas histórias fazem parte do trauma coletivo que varreu o país após a derrota na final da Copa de 1950, quando o Brasil perdeu por 2 a 1 do Uruguai diante de 200 mil espectadores no Maracanã.
GloboNews/Divulgação
Geneton Moraes Neto (à dir.) entrevista o ex-jogador da seleção do Uruguai de 1950, Ghiggia
Geneton Moraes Neto (à dir.) entrevista o ex-jogador da seleção do Uruguai de 1950, Ghiggia
O documentário "Dossiê 50: Comício a Favor dos Náufragos", na GloboNews, reúne entrevistas com os jogadores brasileiros e o carrasco Ghiggia, autor do gol da vitória, que anulou uma comemoração que estava marcada. Sonhos e carreiras, tudo estava acertado. Menos com os russos -ou melhor, com os uruguaios. O excesso de confiança, culpado número um entre os jogadores, estragou tudo.
Para Geneton Moraes Neto, diretor do filme, a transformação do Brasil em potência do futebol, a partir dali, é motivo suficiente para anistiar aqueles jogadores.
NA TV
Dossiê 50: Comício a favor dos Náufragos
Exibição do documentário
QUANDO amanhã, dia 03/11 às 20h30, na GloboNews

Dilma repete mito petista de que dívida externa do país foi paga

Com o estímulo da campanha eleitoral precoce, a presidente Dilma Rousseff deu sobrevida ontem a um mito criado há cinco anos pela administração petista acerca do extermínio de um velho fantasma da esquerda: a dívida externa.

“Nós vencemos a inflação, estabilizamos as contas públicas, pagamos nossa dívida externa, saímos da supervisão do Fundo Monetário e emergimos, neste século, como uma das maiores economias do planeta”, discursou a presidente.
Da narrativa, são mais palpáveis as afirmações de que o país saiu da tutela do FMI (não exatamente da supervisão) e é uma das maiores economias do mundo (em tamanho, não em riqueza da população). Entre as demais, a mais extravagante diz respeito ao envidamento externo do país.
Segundo os dados mais atualizados do Banco Central, o Brasil deve US$ 310 bilhões a credores estrangeiros, montante US$ 53 bilhões maior que o contabilizado no início do mandato de Dilma. Do total, US$ 116 bilhões são devidos por governo federal, Estados, municípios e estatais (alta de US$ 12 bilhões sob Dilma).
A tese do suposto pagamento da dívida nasceu da transformação em propaganda política de um feito econômico de 2008: naquele ano, o volume das reservas em dólar do Banco Central ultrapassou o valor da dívida externa do país _no mês passado, elas chegaram a US$ 376 bilhões.
Como as reservas são aplicadas em bancos estrangeiros, aparecem na contabilidade como um crédito do governo e do país, superior ao valor do débito.
Daí a imaginar que dívida tenha sido paga são outros bilhões de dólares.
As reservas não servem apenas para pagar juros e amortizações aos credores; elas são necessárias para as importações, para as viagens ao exterior, para as remessas de lucros das multinacionais a suas matrizes.
As reservas também não foram obtidas sem custo: cada dólar foi comprado pelo BC com reais tomados emprestados no mercado local.
A melhora dos indicadores de endividamento externo do país custou o aumento da dívida interna do governo.
A dívida externa brasileira é relativamente muito menor hoje do que quando provocou um calote brasileiro nos anos 80.
De lá para cá, ela caiu do equivalente a 50% para 14% da renda anual do país.
Mas o cenário ficou menos confortável nos últimos anos.
Foi também em 2008 que o Brasil voltou a ter deficit nas suas transações de bens e serviços com o exterior _o que significa, na prática, recorrer à produção de outros países para satisfazer todo o investimento e o consumo nacionais.
O deficit acelerou o crescimento da dívida externa e ajudou a tornar o dólar mais caro neste ano. O ajuste, como é consenso entre os especialistas, ainda não terminou.

Eduardo Campos é o governador que mais eleva gastos no país

O presidenciável Eduardo Campos (PSB) é o governador que mais eleva gastos no país no atual mandato, mostra levantamento feito a partir dos relatórios dos Estados.

De janeiro a agosto deste ano, Pernambuco contabilizou despesas totais de R$ 23,6 bilhões, o que representa um aumento de 55,9% sobre os R$ 15,2 bilhões dos primeiros oito meses de 2010.
A taxa de crescimento está bem acima da média do conjunto dos Estados, de 35,9% no período. 
O levantamento não inclui Espírito Santo e Amapá, cujos dados não estavam disponíveis nos sites Compara Brasil (que reúne estatísticas fiscais de Estados e municípios) e do Tesouro Nacional.
Os resultados mostram que a aguda piora das contas públicas neste ano não será um tema confortável para os principais candidatos nas eleições do próximo ano.
A deterioração é mais visível na administração de Dilma Rousseff, mas os gastos também sobem mais que as receitas de forma generalizada entre os Estados, incluindo os governados pela oposição.
Em São Paulo e Minas, principais vitrines administrativas do PSDB, o superavit primário _a poupança destinada ao abatimento da dívida_ está em queda, o que tende a se acentuar com o calendário eleitoral.
Em Pernambuco, o afrouxamento fiscal é mais evidente: houve deficit primário nos anos passado e retrasado, e neste ano, até agosto, o saldo está em queda.
Isso significa que o Estado está se endividando para cobrir suas despesas rotineiras, como pessoal e custeio administrativo, e as obras públicas.
Todas as modalidades de despesas pernambucanas mostram elevação acima da média dos Estados, com destaque para os investimentos, que cresceram 78,5% de 2010 para 2013.
A gestão de Eduardo Campos tira partido do baixo nível de endividamento de seu Estado. 
Como a dívida equivale a 44,4% da receita anual e o teto fixado na legislação é 200%, há margem para tomar novos empréstimos.
No ano passado, os gastos com pessoal chegaram a 50,9% da receita, acima do teto legal de 49%; de lá para cá, caíram para 44,6%.

Após eleger novo chefe, Taleban paquistanês promete vingança


DA REUTERS
O braço do grupo radical islâmico Taleban no Paquistão sofreu uma grande baixa na última sexta-feira (1º) ao ter seu líder, Hakimullah Mehsud, morto por um ataque de drone americano.




Neste sábado (2), no entanto, 
o grupo anunciou um novo líder e prometeu vingar a morte de Mehsud.
"Cada gota do sangue de Hakimullah que caiu se tornará um homem-bomba", afirmou Azam Tariq, um porta-voz do Taleban paquistanês.
"A América e seus amigos não deveriam ficar felizes, 
porque nos vingaremos do sangue de nosso mártir."
Mirza/AFP
Paquistaneses protestam contra morte do líder talibã, Hakimullah Mehsud.
Paquistaneses protestam contra morte do líder talibã, Hakimullah Mehsud.

Salvador é segunda cidade do país com maior aumento de engarrafamento nos últimos 20 anos

Uma pesquisa revelou que Salvador está entre as cidades que sofreu o maior aumento no tempo utilizado pelos motoristas para se deslocar de casa para o trabalho nos últimos 20 anos. 
A capital soteropolitana aparece na segunda posição do ranking no aumento de congestionamento.
Os números da pesquisa realizada em 2012 apontam que os baianos demoram cerca de 39,7 minutos para chegar ao trabalho do caminho percorrido. 
Em 1992, o mesmo percurso era feito em 31,2. 
Além disso, foi percebido que o número de pessoas que demora mais de uma hora para chegar ao trabalho mudou de 8,3% para 17,3% entre 1992 e 2012.
Embora tenha tido o segundo maior aumento, Salvador ainda fica atrás de cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, que apresentam 47 e 45,6 minutos de rota entre casa e trabalho, respectivamente.
Ainda de acordo com a pesquisa, o grande aumento dos engarrafamentos em Salvador se deve ao fato da região Nordeste ter tido uma elevação considerável no número de vendas de carros e motocicletas nos últimos anos, principalmente pela precariedade do sistema de transporte público.

*Correio